{"id":42694,"date":"2020-11-27T16:54:44","date_gmt":"2020-11-27T19:54:44","guid":{"rendered":"http:\/\/ondawebhost3.com.br\/fetag\/informativos\/informativo-n-1456\/"},"modified":"2020-11-27T16:54:44","modified_gmt":"2020-11-27T19:54:44","slug":"informativo-n-1456","status":"publish","type":"informativos","link":"https:\/\/www.fetagrs.org.br\/?informativos=informativo-n-1456","title":{"rendered":"INFORMATIVO N&#176; 1456"},"content":{"rendered":"<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Informativo FETAG-RS e Sindicatos dos Trabalhadores Rurais. Um programa da Federa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul e dos 320 Sindicatos filiados. Transmitido em todo o Estado com informa&ccedil;&otilde;es para o trabalhador e a trabalhadora rural.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A FETAG-RS TAMB&Eacute;M EST&Aacute; NO INSTAGRAM<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Siga nosso perfil e fique atento a tudo o que acontece no Movimento Sindical Ga&uacute;cho!<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>E n&atilde;o esque&ccedil;a que todas as not&iacute;cias tamb&eacute;m est&atilde;o em nossa P&aacute;gina oficial no Facebook!<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong style=&quot;font-size: small;&quot;>12 DE JULHO &#8211; DIA NACIONAL DO PRODUTOR DE LEITE<\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>No &uacute;ltimo domingo (12), comemorou-se o Dia Nacional do Produtor de Leite, categoria respons&aacute;vel por uma atividade vital para a produ&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria e para a economia brasileira. A data foi institu&iacute;da no ano passado, atrav&eacute;s da Lei 6487\/2019, de autoria dos deputados federais Emidinho Madeira (PSB-MG), Domingos S&aacute;vio (PSDB-MG) e Evair Vieira de Melo (PP-ES).<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O objetivo da data &eacute; a valoriza&ccedil;&atilde;o do produtor de leite brasileiro, assim como incentivar o consumo da bebida e de seus derivados.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Os primeiros registros hist&oacute;ricos da pecu&aacute;ria leiteira no Brasil datam do ano de 1532, quando colonizadores portugueses trouxeram da Europa os primeiros bovinos. Desde ent&atilde;o, a cadeia passou por muitas evolu&ccedil;&otilde;es, mas ainda segue sendo uma das mais complexas atividades do meio rural.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>De acordo com o vice-presidente da FETAG-RS, Eug&ecirc;nio Zanneti, &ldquo;na atividade leiteira n&atilde;o h&aacute; s&aacute;bado, domingo ou feriado. Diariamente muitas fam&iacute;lias acordam cedo para tratar do gado e fazer a ordenha. &Eacute; muito dif&iacute;cil e se torna ainda mais complicado devido aos altos custos de produ&ccedil;&atilde;o e a lucratividade que ainda n&atilde;o &eacute; ideal, apesar de ter tido melhora nos &uacute;ltimos meses&quot;.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A FETAG-RS sa&uacute;da todos os produtores de leite do Rio Grande do Sul e os parabeniza pela data.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong style=&quot;font-size: small;&quot;>MAPA INCLUI A CULTURA DA BANANA NO PROJETO-PILOTO PARA ESTIMULAR A CONTRATA&Ccedil;&Atilde;O DE SEGURO RURAL ENTRE OS PRODUTORES ENQUADRADOS NO PRONAF<\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Mapa), publicou nesta segunda-feira (13) a&nbsp;Resolu&ccedil;&atilde;o 76, do Comit&ecirc; Gestor Interministerial do Seguro Rural, que aprovou a inclus&atilde;o da cultura da banana no projeto-piloto de subven&ccedil;&atilde;o ao pr&ecirc;mio do seguro rural para opera&ccedil;&otilde;es enquadradas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Al&eacute;m da banana, as culturas de milho 1&ordf; safra, soja, ma&ccedil;&atilde; e uva j&aacute; estavam previstas no &acirc;mbito do Programa de Seguro Rural (PSR), no exerc&iacute;cio de 2020.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O objetivo dessa iniciativa espec&iacute;fica de incluir a cultura da banana no projeto-piloto &eacute; possibilitar a contrata&ccedil;&atilde;o de seguro rural com uma subven&ccedil;&atilde;o maior para os agricultores familiares do Pronaf, muitos deles atingidos pelas intemp&eacute;ries clim&aacute;ticas, principalmente do &quot;ciclone bomba&quot; que afetou a produ&ccedil;&atilde;o de banana e outras atividades em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paran&aacute;. Al&eacute;m disso, o Mapa est&aacute; estudando, junto ao Minist&eacute;rio da Economia e &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es financeiras, outras medidas que devem ser adotadas em aux&iacute;lio aos produtores atingidos pelo ciclone-bomba.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Jorge Marangoni, presidente da Federa&ccedil;&atilde;o das Associa&ccedil;&otilde;es e de Cooperativas dos Produtores de Bananas de Santa Catarina (Febanana-SC), explica que a banana como uma fruta perene sofre com as anormalidades no clima como granizo ou ventos fortes, que afetam diretamente na produtividade, como a causada pelo ciclone bomba. &ldquo;Apesar de adotar medidas de aumento de produtividade, s&oacute; o seguro agr&iacute;cola pode auxiliar o produtor na adversidade do clima, pois as perdas afetam a gera&ccedil;&atilde;o de renda por um longo per&iacute;odo&rdquo;, finaliza.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>J&aacute; para Elaine Muller, produtora em Corup&aacute;-SC, e diretora da Febanana, os adventos clim&aacute;ticos est&atilde;o a cada ano mais intensos e imprevis&iacute;veis e o produtor n&atilde;o pode contar com a sorte. &quot;A contrata&ccedil;&atilde;o de um seguro agr&iacute;cola tem o intuito de trazer garantia ao produtor de n&atilde;o perder totalmente a venda da produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Neste projeto-piloto, os produtores com opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito rural enquadrados no Pronaf podem acessar o seguro agr&iacute;cola de julho a meados de setembro com subven&ccedil;&atilde;o de 60% para banana, ma&ccedil;&atilde; e uva. Os demais produtores, que n&atilde;o acessam ou n&atilde;o s&atilde;o enquadrados no Pronaf, podem tamb&eacute;m acessar o seguro agr&iacute;cola com subven&ccedil;&atilde;o de 40% do pr&ecirc;mio nessas culturas.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para soja e milho ver&atilde;o, no projeto piloto a subven&ccedil;&atilde;o &eacute; de 55%, e o produtor do Pronaf conta com um seguro de multirrisco (para diversos riscos clim&aacute;ticos), com n&iacute;vel de cobertura m&iacute;nimo de 70% da produtividade estipulada. Para produtores que n&atilde;o acessam ou n&atilde;o est&atilde;o enquadrados no Pronaf, a subven&ccedil;&atilde;o &eacute; de 20% a 30%, dependendo do tipo de seguro e das coberturas.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para participar do projeto, o produtor rural dever&aacute; contratar uma ap&oacute;lice de seguro em uma das 14 seguradoras habilitadas no PSR, ao contratar o cr&eacute;dito rural em sua institui&ccedil;&atilde;o financeira. Ser&atilde;o disponibilizados recursos de maneira escalonada entre os meses de julho e setembro.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Fonte: MAPA<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong style=&quot;font-size: small;&quot;>PANDEMIA AFETA RENDA DE 68% DOS PRODUTORES DE FRUTAS E HORTALI&Ccedil;AS<\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A pandemia de covid-19 prejudicou, parcial ou totalmente, a rentabilidade de 68% dos produtores de frutas e hortali&ccedil;as. &Eacute; o que mostra pesquisa feita pela equipe da revista Hortifruti Brasil, do Cepea (Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O resultado da pesquisa evidencia que, mesmo sendo uma atividade essencial, o agroneg&oacute;cio teve suas vulnerabilidades expostas pela interrup&ccedil;&atilde;o ou limita&ccedil;&otilde;es das vias de comercializa&ccedil;&atilde;o (at&eacute; ent&atilde;o, sem precedentes).<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A equipe da revista da Hortifruti Brasil indica que, no geral, parte do setor s&oacute; n&atilde;o teve preju&iacute;zo mais intenso no primeiro semestre porque a oferta da maioria dos produtos foi controlada de mar&ccedil;o a maio.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>No caso das hortali&ccedil;as, a safra de ver&atilde;o teve a produtividade reduzida e o volume ofertado esteve menor, especialmente para produtos como batata, cebola, cenoura e tomate.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Quanto &agrave;s frutas, o clima prejudicou a produ&ccedil;&atilde;o, embora as exporta&ccedil;&otilde;es (incluindo de suco de laranja) tenham registrado bom desempenho, limitando a disponibilidade dom&eacute;stica e reduzindo a press&atilde;o sobre os pre&ccedil;os.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;text-decoration: underline; font-size: small;&quot;>Retomada gradual das atividades<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A partir de junho, com a retomada gradual das atividades econ&ocirc;micas, o consumo de frutas e hortali&ccedil;as reagiu. No entanto, como a covid-19 persiste, o cen&aacute;rio de desemprego, de queda no poder de compra da popula&ccedil;&atilde;o e, consequentemente, de mudan&ccedil;as de h&aacute;bito do consumidor pode continuar tendo reflexos sobre o setor.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Se as perspectivas de muitas consultorias se concretizarem, o &ldquo;novo normal&rdquo;, em termos econ&ocirc;micos, deve ocorrer apenas em 2022. Ou seja, a realidade do hortifruticultor deve seguir alterada por um longo per&iacute;odo.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para enfrentar esse cen&aacute;rio, os entrevistados pela Hortifruti Brasil apontam como principais estrat&eacute;gias o aumento da efici&ecirc;ncia, ou seja, incremento na produtividade, e a redu&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O alerta, segundo a revista, &eacute; que os resultados da pesquisa mostram que uma parcela consider&aacute;vel dos produtores (pouco mais de 20%) n&atilde;o adotou planos de a&ccedil;&atilde;o para atravessar esse per&iacute;odo de dificuldades.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Fonte: Portal Agro em dia<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O SINDICAL MANT&Eacute;M O MOVIMENTO FORTE E ATUANTE<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;> A Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical dos(as) Agricultores(as) Familiares &eacute; realizada para o Sistema Confederativo &ndash; CONTAG &ndash; FETAG e Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Ela &eacute; devida por toda a categoria, trabalhadores(as) ou empregados(as). Ou seja, todos aqueles que s&atilde;o trabalhadores rurais e n&atilde;o possuem empregados e exercem a atividade rural, individualmente ou em regime de economia familiar, sendo propriet&aacute;rio, arrendat&aacute;rio, parceiro, meeiro ou comodat&aacute;rio.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para o tesoureiro-geral da FETAG-RS, Agnaldo Barcelos, a Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical &eacute; uma das formas de manter o Movimento Sindical atuante, forte e em constante luta para assegurar o direito dos agricultores familiares. Agnaldo reitera que embora a Contribui&ccedil;&atilde;o seja facultativa, &eacute; uma obriga&ccedil;&atilde;o dos agricultores(as), pois quando da conquista de um benef&iacute;cio para a classe todos recebem as melhorias.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;> O valor da Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical da Agricultura Familiar referente ao exerc&iacute;cio 2020 &eacute; de R$ 35,00 (trinta e cinco reais) por membro do grupo familiar.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"template":"","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-42694","informativos","type-informativos","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.8 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>INFORMATIVO N&#176; 1456 - FETAG-RS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.fetagrs.org.br\/?informativos=informativo-n-1456\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"INFORMATIVO N&#176; 1456 - FETAG-RS\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Informativo FETAG-RS e Sindicatos dos Trabalhadores Rurais. 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