{"id":42680,"date":"2020-11-27T16:54:32","date_gmt":"2020-11-27T19:54:32","guid":{"rendered":"http:\/\/ondawebhost3.com.br\/fetag\/informativos\/informativo-n-1442\/"},"modified":"2020-11-27T16:54:32","modified_gmt":"2020-11-27T19:54:32","slug":"informativo-n-1442","status":"publish","type":"informativos","link":"https:\/\/www.fetagrs.org.br\/?informativos=informativo-n-1442","title":{"rendered":"INFORMATIVO N&#176; 1442"},"content":{"rendered":"<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Informativo Fetag e Sindicatos dos Trabalhadores Rurais<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Um programa da Federa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul e dos 320 Sindicatos filiados. <\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Transmitido em todo o Estado com informa&ccedil;&otilde;es para o trabalhador e a trabalhadora rural.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><br \/><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A FETAG-RS TAMB&Eacute;M EST&Aacute; NO INSTAGRAM<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Siga nosso perfil e fique atento a tudo o que acontece no Movimento Sindical Ga&uacute;cho!&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>E n&atilde;o esque&ccedil;a que todas as not&iacute;cias tamb&eacute;m est&atilde;o em nossa P&aacute;gina oficial no Facebook!<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>AGRICULTORES INTEGRADOS SER&Atilde;O BENEFICIADOS COM NOVA RESOLU&Ccedil;&Atilde;O<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Uma pauta da FETAG-RS e da Famurs teve desfecho hoje(20). Depois de tratativas e articula&ccedil;&atilde;o com muitas entidades, em reuni&atilde;o extraordin&aacute;ria do Conselho Estadual de Meio Ambiente &ndash; CONSEMA, a proposi&ccedil;&atilde;o feita pela Federa&ccedil;&atilde;o foi aprovada.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A Federa&ccedil;&atilde;o vendo a situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil que os agricultores integrados est&atilde;o enfrentando em fun&ccedil;&atilde;o da pandemia do COVID-19, prop&ocirc;s que os integrados de aves de corte e su&iacute;nos pudessem aumentar sua capacidade de alojamento em 30% al&eacute;m do licenciamento ambiental realizado pelo munic&iacute;pio, sem serem autuados.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Esta medida traz seguran&ccedil;a e mant&ecirc;m o agricultor integrado regular perante o &oacute;rg&atilde;o ambiental. O pr&oacute;ximo passo &eacute; a resolu&ccedil;&atilde;o ser homologada e publicada no Di&aacute;rio Oficial do Estado. De acordo com o texto aprovado na reuni&atilde;o, esta medida dever&aacute; valer por 90 dias.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para o Vice-presidente da FETAG-RS, Eug&ecirc;nio Zanetti &ldquo;a amplia&ccedil;&atilde;o de alojamento &eacute; muito positiva para os agricultores. Pois, com a pandemia muitas propriedades foram prejudicadas, algumas ficando sem alojamento e outras com animais por muito tempo, desta forma causando preju&iacute;zos econ&ocirc;micos para estas fam&iacute;lias. A resolu&ccedil;&atilde;o vai trazer um al&iacute;vio para os integrados, especialmente para os integrados de su&iacute;nos&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>LEITE: CUSTO DE PRODU&Ccedil;&Atilde;O AUMENTA NOVAMENTE EM ABRIL<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O custo de produ&ccedil;&atilde;o da pecu&aacute;ria leiteira registrou novo aumento em abril. Na &ldquo;m&eacute;dia Brasil&rdquo; (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), os desembolsos do produtor cresceram 0,36% frente a mar&ccedil;o. Com isso, o Custo Operacional Efetivo (COE) acumula alta de 3,55% em 2020. <\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Suplementa&ccedil;&atilde;o mineral e concentrado foram os itens do COE que mais influenciaram a eleva&ccedil;&atilde;o dos custos.Os insumos de suplementa&ccedil;&atilde;o mineral se valorizaram 2,19% em abril na &ldquo;m&eacute;dia Brasil&rdquo;. Por conter mat&eacute;rias-primas importadas, os pre&ccedil;os dos sais minerais tendem a acompanhar a movimenta&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar, que, ao considerar as m&eacute;dias mensais, subiu mais de 8% frente ao Real em abril.Outro grupo de insumos que favoreceu a alta dos custos foi o concentrado. <\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Os pre&ccedil;os das ra&ccedil;&otilde;es subiram 1,20% em abril na &ldquo;m&eacute;dia Brasil&rdquo;, acumulando aumento de 7,65% em 2020. Vale lembrar que o concentrado &eacute;, em geral, o principal custo nas propriedades leiteiras, respondendo por 9% a 66% dos desembolsos; portanto, o produtor de leite deve planejar e gerenciar bem seus estoques para aproveitar oportunidades favor&aacute;veis de compra.<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>Fonte:<\/strong> Cepea<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>DIVERSIFICA&Ccedil;&Atilde;O COMPLETA 35 ANOS GERANDO RENDA EXTRA AOS PRODUTORES DE TABACO<\/span><\/strong><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Mesmo com a estiagem que afetou significativamente a produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os no Sul do Brasil, o Programa Milho, Feij&atilde;o e Pastagens trouxe bons resultados para quem cultivou uma segunda safra ap&oacute;s a colheita do tabaco.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><span style=&quot;font-size: small;&quot;><em>Maio 2020 &ndash; <\/em>Enquanto uma nova safra de tabaco come&ccedil;a a ser semeada na Regi&atilde;o Sul do Brasil, os resultados da safrinha s&atilde;o contabilizados pelos produtores que aderiram ao Programa Milho, Feij&atilde;o e Pastagens. Em 2020, quando a iniciativa completa 35 anos, o plantio de gr&atilde;os e pastagem ap&oacute;s a colheita do tabaco representou o incremento de R$ 634,2 milh&otilde;es na renda dos produtores.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Segundo o levantamento feito pelo SindiTabaco, as estimativas apontam redu&ccedil;&atilde;o de R$ 5,8 milh&otilde;es na receita total em rela&ccedil;&atilde;o a 2019, quando o resultado foi de R$ 640 milh&otilde;es. No Rio Grande do Sul, o impacto negativo foi maior, com renda total caindo de R$ 400 milh&otilde;es (em 2019) para R$ 297,4 milh&otilde;es, principalmente em raz&atilde;o da forte estiagem que afeta o Estado nos &uacute;ltimos meses. Em Santa Catarina, o rendimento subiu de R$ 130 milh&otilde;es (em 2019) para R$ 205,2 milh&otilde;es. E no Paran&aacute; o aumento foi de R$ 110 milh&otilde;es para R$ 131,5 milh&otilde;es. No geral, &aacute;rea plantada foi menor que em 2019, em torno de 14%. Mas compensada em parte pela maior produtividade no Paran&aacute; e principalmente pelos pre&ccedil;os m&eacute;dios maiores.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Na avalia&ccedil;&atilde;o do presidente do SindiTabaco, Iro Sch&uuml;nke, os n&uacute;meros do programa mostram a import&acirc;ncia do cultivo de uma segunda safra. &ldquo;Diversificar &eacute; sempre uma boa op&ccedil;&atilde;o para o produtor, pois lhe permite ter seus ganhos distribu&iacute;dos em mais atividades. No caso deste programa, ao produzir na safrinha, o produtor consegue uma renda extra com menor custo&rdquo;, comenta o executivo.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Outra conclus&atilde;o apresentada pelos n&uacute;meros dos &uacute;ltimos anos &eacute; a substitui&ccedil;&atilde;o gradual do cultivo de feij&atilde;o na resteva do tabaco por soja. Em 2020, foram cultivados 12.878 hectares com feij&atilde;o, 89.530 com milho, 15.832 com soja e 35.030 hectares com pastagens. Em rela&ccedil;&atilde;o aos volumes deste ano, os cultivos na resteva do tabaco renderam 21.768 toneladas de feij&atilde;o, 650.288 toneladas de milho e 43.692 toneladas de soja. O levantamento apontou ainda um aumento no cultivo de pastagens para alimenta&ccedil;&atilde;o dos animais: nos tr&ecirc;s estados sul-brasileiros, 35.030 hectares foram utilizados para pastagem em 2020, contra 31.443 hectares no ano anterior.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;><em>SAIBA MAIS &#8211; <\/em>A a&ccedil;&atilde;o &eacute; conduzida pelo SindiTabaco com apoio de entidades e dos governos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paran&aacute;. Uma das vantagens &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o dos custos de produ&ccedil;&atilde;o dos gr&atilde;os, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes e pode, tamb&eacute;m, haver redu&ccedil;&atilde;o de custo na produ&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;na com o uso do milho no trato animal. Outros benef&iacute;cios s&atilde;o a prote&ccedil;&atilde;o do solo e a interrup&ccedil;&atilde;o do ciclo de prolifera&ccedil;&atilde;o de pragas e ervas daninhas.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>Fonte:<\/strong> MSLGROUP Andreoli<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>MAPA COORDENA &Uacute;LTIMA ETAPA T&Eacute;CNICA PARA O RECONHECIMENTO DE TR&Ecirc;S NOVAS &Aacute;REAS LIVRES DE FEBRE AFTOSA SEM VACINA&Ccedil;&Atilde;O<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O Rio Grande do Sul, Paran&aacute; e os estados que comp&otilde;em o Bloco I do Plano Estrat&eacute;gico (PE) 2017-2026 do Programa Nacional de Erradica&ccedil;&atilde;o e Preven&ccedil;&atilde;o da Febre Aftosa (PNEFA) Rond&ocirc;nia, Acre, 13 munic&iacute;pios do sul do Amazonas e cinco munic&iacute;pios do oeste de Mato Grosso) iniciaram o estudo soro epidemiol&oacute;gico para febre aftosa, etapa necess&aacute;ria para que possam pleitear &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de Animal (OIE) o reconhecimento como zonas livres de febre aftosa sem vacina&ccedil;&atilde;o. O trabalho &eacute; coordenado pelo Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Mapa) e est&aacute; previsto no plano estrat&eacute;gico.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A etapa consiste na coleta de amostras de sangue e inspe&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica dos animais, al&eacute;m da aplica&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio que deve ser respondido pelo produtor rural. O objetivo do estudo &eacute; comprovar que n&atilde;o existe a transmiss&atilde;o do v&iacute;rus da febre aftosa nessas regi&otilde;es. A metodologia utilizada e os resultados obtidos ir&atilde;o compor o relat&oacute;rio que ser&aacute; enviado &agrave; OIE. A sele&ccedil;&atilde;o das propriedades foi feita por amostragem e abranger&aacute; 995 estabelecimentos rurais, com cerca de 50 mil bovinos.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para a execu&ccedil;&atilde;o desse trabalho, 120 m&eacute;dicos veterin&aacute;rios dos servi&ccedil;os veterin&aacute;rios dos estados lideram as equipes de campo. As amostras ser&atilde;o enviadas e processadas nos Laborat&oacute;rios Federais de Defesa Agropecu&aacute;ria (LFDA) do Minist&eacute;rio, situados em Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Bel&eacute;m (PA). A previs&atilde;o &eacute; concluir os estudos at&eacute; julho.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Segundo o chefe da Divis&atilde;o de Febre Aftosa do Mapa, Diego Viali dos Santos, est&atilde;o sendo tomados todos os cuidados para a preven&ccedil;&atilde;o da Covid-19, seguindo as normas sanit&aacute;rias definidas pela &aacute;rea de sa&uacute;de. &ldquo;Os m&eacute;dicos veterin&aacute;rios s&atilde;o profissionais da sa&uacute;de, possuem conhecimento e capacita&ccedil;&atilde;o para tomar todas as medidas que mitiguem o risco da dissemina&ccedil;&atilde;o da Covid-19, realizando o trabalho a campo com seguran&ccedil;a para os produtores, trabalhadores rurais e dos pr&oacute;prios servidores do servi&ccedil;o veterin&aacute;rio oficial&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><br \/><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Segundo o diretor do Departamento de Sa&uacute;de Animal (DSA), Geraldo Moraes, o resultado do trabalho ser&aacute; encaminhado, junto com outras informa&ccedil;&otilde;es, em agosto ao Grupo ad hoc de febre aftosa do Comit&ecirc; Cient&iacute;fico da OIE, que ir&aacute; avaliar o atendimento das condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para reconhecimento internacional das &aacute;reas como livres de aftosa sem vacina&ccedil;&atilde;o. Caso o comit&ecirc; recomende o pleito do Brasil, a proposta &eacute; enviada &agrave; Assembleia Geral da OIE, prevista para ocorrer em maio de 2021, quando os pa&iacute;ses-membros ir&atilde;o votar o reconhecimento.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>Fonte:<\/strong> Minist&eacute;rio da Agricultura<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O SINDICAL &Eacute; REAJUSTADA<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><br \/>A Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical dos(as) Agricultores(as) Familiares &eacute; realizada para o Sistema Confederativo &ndash; CONTAG &ndash; FETAG e Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Ela &eacute; devida por toda a categoria, trabalhadores(as) ou empregados(as). Ou seja, todos aqueles que s&atilde;o trabalhadores rurais e n&atilde;o possuem empregados e exercem a atividade rural, individualmente ou em regime de economia familiar, sendo propriet&aacute;rio, arrendat&aacute;rio, parceiro, meeiro ou comodat&aacute;rio.<\/p>\n<p>Para o tesoureiro-geral da FETAG-RS, Agnaldo Barcelos, a Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical &eacute; uma das formas de manter o Movimento Sindical atuante, forte e em constante luta para assegurar o direito dos agricultores familiares. Agnaldo reitera que embora a Contribui&ccedil;&atilde;o seja facultativa, &eacute; uma obriga&ccedil;&atilde;o dos agricultores(as), pois quando da conquista de um benef&iacute;cio para a classe todos recebem as melhorias.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><br \/>O valor da Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical da Agricultura Familiar referente ao exerc&iacute;cio 2020 &eacute; de R$ 35,00 (trinta e cinco reais) por membro do grupo familiar.<br \/><\/span><\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"template":"","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-42680","informativos","type-informativos","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.8 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>INFORMATIVO N&#176; 1442 - FETAG-RS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.fetagrs.org.br\/?informativos=informativo-n-1442\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"INFORMATIVO N&#176; 1442 - FETAG-RS\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Informativo Fetag e Sindicatos dos Trabalhadores Rurais &nbsp; Um programa da Federa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul e dos 320 Sindicatos filiados. &nbsp; Transmitido em todo o Estado com informa&ccedil;&otilde;es para o trabalhador e a trabalhadora rural. &nbsp; A FETAG-RS TAMB&Eacute;M EST&Aacute; NO INSTAGRAM &nbsp; Siga nosso perfil e fique atento... 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