{"id":42675,"date":"2020-11-27T16:54:32","date_gmt":"2020-11-27T19:54:32","guid":{"rendered":"http:\/\/ondawebhost3.com.br\/fetag\/informativos\/informativo-n-1437\/"},"modified":"2020-11-27T16:54:32","modified_gmt":"2020-11-27T19:54:32","slug":"informativo-n-1437","status":"publish","type":"informativos","link":"https:\/\/www.fetagrs.org.br\/?informativos=informativo-n-1437","title":{"rendered":"INFORMATIVO N&#176; 1437"},"content":{"rendered":"<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Informativo FETAG-RS e Sindicatos dos Trabalhadores Rurais. Um programa da Federa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul e dos 320 Sindicatos filiados. Transmitido em todo o Estado com informa&ccedil;&otilde;es para o trabalhador e a trabalhadora rural.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A FETAG-RS TAMB&Eacute;M EST&Aacute; NO INSTAGRAM<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Siga nosso perfil e fique atento a tudo o que acontece no Movimento Sindical Ga&uacute;cho!<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>E n&atilde;o esque&ccedil;a que todas as not&iacute;cias tamb&eacute;m est&atilde;o em nossa P&aacute;gina oficial no Facebook!<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>MAPA PRO&Iacute;BE COMERCIALIZA&Ccedil;&Atilde;O DE VACINAS CONTRA FEBRE AFTOSA NO RS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Em mais uma etapa no processo de evolu&ccedil;&atilde;o do status sanit&aacute;rio do Rio Grande do Sul para zona livre de febre aftosa sem vacina&ccedil;&atilde;o, o Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento publicou, na &uacute;ltima quinta-feira (30) a Instru&ccedil;&atilde;o Normativa que determina a proibi&ccedil;&atilde;o de comercializa&ccedil;&atilde;o e de aplica&ccedil;&atilde;o de doses da vacina contra a doen&ccedil;a.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A medida &eacute; mais um passo fundamental para que em breve o Estado possa pleitear junto a Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional de Sa&uacute;de Animal (OIE) a evolu&ccedil;&atilde;o do status sanit&aacute;rio, considerado por entidades, dentre elas a FETAG-RS, como uma oportunidade para que os produtos agropecu&aacute;rios ga&uacute;chos possam chegar a novos mercados.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para o presidente da FETAG-RS, Carlos Joel da Silva, &ldquo;a retirada da vacina&ccedil;&atilde;o &eacute; importante, pois n&atilde;o podemos permitir que o Rio Grande do Sul seja o &uacute;nico Estado na Regi&atilde;o Sul que n&atilde;o possua o status de livre de febre aftosa sem vacina&ccedil;&atilde;o. No entanto, precisamos ter responsabilidade e seguir todas as orienta&ccedil;&otilde;es do MAPA e dos demais &oacute;rg&atilde;os de sa&uacute;de animal para garantir a qualidade e a sanidade de nossos rebanhos&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O estado de Santa Catarina, atualmente, &eacute; o &uacute;nico no Brasil que possui o reconhecimento de zona livre de aftosa sem vacina&ccedil;&atilde;o. O Paran&aacute;, j&aacute; est&aacute; em vias de obter a certifica&ccedil;&atilde;o, pois cumpriu a &uacute;ltima etapa da imuniza&ccedil;&atilde;o no segundo semestre de 2019 e j&aacute; n&atilde;o vacinou em 2020.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Vale lembrar que a primeira etapa de vacina&ccedil;&atilde;o de 2020 do Rio Grande do Sul foi antecipada para mar&ccedil;o e conclu&iacute;da no m&ecirc;s de abril. Em virtude da pandemia de Coronav&iacute;rus que afetou o funcionamento de estabelecimentos p&uacute;blicos e privados, a FETAG-RS solicitou ao Governo do Estado o cancelamento de multas aplicadas aos agricultores e pecuaristas familiares. &ldquo;As recomenda&ccedil;&otilde;es das autoridades era a de que as pessoas ficassem em casa. O criador n&atilde;o podia sair para comprar vacinas e os que sa&iacute;ram, em alguns munic&iacute;pios, n&atilde;o encontraram as doses nas agropecu&aacute;rias para venda. Eles n&atilde;o podem ser penalizados. Pedimos o cancelamento de todas as multas e estamos aguardando posicionamento do secret&aacute;rio Covatti Filho&rdquo;, completa Joel.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>FETAG-RS COBRA ESCLARECIMENTOS SOBRE COMPRA DE MERENDA ESCOLAR<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Eug&ecirc;nio Zanetti, vice-presidente da FETAG-RS, e o deputado estadual Elton Weber estiveram nesta quarta-feira (29), em audi&ecirc;ncia na Secretaria da Educa&ccedil;&atilde;o do Estado. Eles foram recebidos pelo o secret&aacute;rio Faisal Karam. Na pauta, esclarecimentos sobre compra de kits de alimenta&ccedil;&atilde;o para os estudantes do Estado e a continuidade das aquisi&ccedil;&otilde;es da agricultura familiar, conforme determina a lei.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O questionamento destinado a Seduc refere-se a informa&ccedil;&otilde;es de que o Estado adquiriu produtos do atacado, deixando de fora a agricultura familiar e contrariando a legisla&ccedil;&atilde;o federal que determina que 30% dos alimentos destinados a alimenta&ccedil;&atilde;o escolar sejam oriundos de pequenos produtores.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>De acordo com o secret&aacute;rio Faisal Karan, a compra ocorreu por quest&otilde;es de log&iacute;stica de distribui&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que se tratou apenas um fornecedor, e, ainda, em virtude do pre&ccedil;o pago ter sido menor que a m&eacute;dia de mercado, destinando-se diretamente a fam&iacute;lia, sem passar pelas escolas.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O recurso de R$21,7 milh&otilde;es, sendo R$9 milh&otilde;es do provenientes do Estado e R$12,7 milh&otilde;es do Programa Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar (PNAE), possibilitou a compra de 185 mil cestas b&aacute;sicas, beneficiando fam&iacute;lias de estudantes afastados das escolas devido a pandemia do Coronav&iacute;rus.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>De acordo com o Eug&ecirc;nio Zanetti, a FETAG-RS lamenta que a lei n&atilde;o tenha sido cumprida antes, no entanto, &ldquo;sa&iacute;mos da reuni&atilde;o com o compromisso assumido pelo secret&aacute;rio de que, no m&ecirc;s de maio, R$6 milh&otilde;es ser&atilde;o destinados exclusivamente para compra direta da agricultura familiar ga&uacute;cha. Juntamente com o deputado Elton Weber cobramos a Secretaria da Educa&ccedil;&atilde;o e obtivemos sucesso na demanda&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Tamb&eacute;m participou da reuni&atilde;o o diretor de compras da Seduc Joel Rech.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong style=&quot;font-size: small;&quot;>&Aacute;REA DE TRIGO DEVE SER MAIOR NO PA&Iacute;S<\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A safra de trigo de 2019 foi de 5,2 milh&otilde;es de toneladas (queda de 3,9%), segundo a Conab. Ainda segundo o &oacute;rg&atilde;o para suprir a demanda interna em fevereiro\/2020, o Brasil importou 526,1 mil toneladas de trigo. Desse total, 87,5% foram de origem argentina, 6,91% dos Estados Unidos, 4,73% de trigo proveniente do Paraguai e 0,76% de origem francesa.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>A safra 2020 foi tema de um webinar promovido pela Biotrigo. A empresa trabalha com melhoramento gen&eacute;tico e novas cultivares do cereal em 72 &aacute;reas experimentais na Am&eacute;rica do Sul, sendo 50 destas no Brasil. Segundo o gerente comercial para a Am&eacute;rica Latina, Fernando Wagner, as quest&otilde;es cambiais t&ecirc;m impactado os moinhos. &ldquo;Em 21 de fevereiro o d&oacute;lar batia o recorde de R$ 4,40 mas em 25 de abril j&aacute; era R$ 5,68.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para que a cadeia do trigo ande &eacute; necess&aacute;rio se colocar no lugar dos moinhos. Cada vez mais o moinho vai preferir trigo nacional desde que atenda &agrave;s suas exig&ecirc;ncias de qualidade. A&iacute; h&aacute; mercado para avan&ccedil;o da produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, destaca.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Wagner ainda explica que um moinho que fica no Rio Grande do Sul ou Paran&aacute; vai importar trigo a uma m&eacute;dia de R$90 a saca. Em via fluvial para Paran&aacute; e Mato Grosso do Sul est&aacute; chegando por R$86 &ldquo;mas os moinhos ainda est&atilde;o resistentes com esses pre&ccedil;os e quem pode segurar, segura&rdquo;, diz.&nbsp; Em S&atilde;o Paulo compra-se muito trigo produzido dentro do estado. No nordeste, especialmente a Bahia, o trigo dos EUA chega a mais de R$1.700 a tonelada e por isso h&aacute; incentivo para investir em plantio do cereal na regi&atilde;o e no Cerrado onde h&aacute; aptid&atilde;o clim&aacute;tica para a cultura.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;text-decoration: underline; font-size: small;&quot;>&Aacute;rea de trigo deve crescer <\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>O Rio Grande do Sul deve ter aumento de &aacute;rea de 15 a 20%, podendo chegar a&nbsp; 900 mil hectares. A estiagem forte no &uacute;ltimo ver&atilde;o que trouxe perdas em milho e soja e o trigo entra como fonte de renda no inverno, sendo mais vantajoso economicamente, neste momento, do que uma cobertura ou pousio. &ldquo;O pre&ccedil;o do milho pode impactar ra&ccedil;&otilde;es e fazer com que a ind&uacute;stria busque o trigo como alternativa e tamb&eacute;m tem a resist&ecirc;ncia &agrave;s ervas daninhas onde n&atilde;o h&aacute; manejo no inverno e nisso o trigo &eacute; aliado para a pr&oacute;xima cultura&rdquo;, ressalta Wagner.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Santa Catarina deve manter &aacute;rea, com no m&aacute;ximo 5% de alta. O pre&ccedil;o do trigo &eacute; atraente mas o milho est&aacute; em alta em um Estado que tem destaque em produ&ccedil;&atilde;o animal.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>No Paran&aacute; o cen&aacute;rio previsto no come&ccedil;o deste ano era de de alta de 10 a 12 % mas com o pre&ccedil;o do milho atrativo o produtor expandiu sua &aacute;rea deixando menos para o trigo. A alta projetada neste momento &eacute; de 5%. O avan&ccedil;o deve ocorrer no Oeste onde h&aacute; mais frio e produtor de milho recuou, n&atilde;o semeando a safrinha fora da janela, em fun&ccedil;&atilde;o de geadas&rdquo;, completa.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>J&aacute; S&atilde;o Paulo e o Cerrado, em estados como Minas Gerais, Goi&aacute;s e at&eacute; na Bahia, t&ecirc;m se destacado em qualidade do trigo. A expectativa &eacute; de aumento de 10% na &aacute;rea. &ldquo;H&aacute; uma busca grande pelo trigo porque colhem em tempos de escassez de moinho, na entressafra, beneficiando os pre&ccedil;os&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Fonte: Portal Agrolink<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><strong><span style=&quot;font-size: small;&quot;>CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O SINDICAL &Eacute; REAJUSTADA<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;> A Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical dos(as) Agricultores(as) Familiares &eacute; realizada para o Sistema Confederativo &ndash; CONTAG &ndash; FETAG e Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Ela &eacute; devida por toda a categoria, trabalhadores(as) ou empregados(as). Ou seja, todos aqueles que s&atilde;o trabalhadores rurais e n&atilde;o possuem empregados e exercem a atividade rural, individualmente ou em regime de economia familiar, sendo propriet&aacute;rio, arrendat&aacute;rio, parceiro, meeiro ou comodat&aacute;rio.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;>Para o tesoureiro-geral da FETAG-RS, Agnaldo Barcelos, a Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical &eacute; uma das formas de manter o Movimento Sindical atuante, forte e em constante luta para assegurar o direito dos agricultores familiares. Agnaldo reitera que embora a Contribui&ccedil;&atilde;o seja facultativa, &eacute; uma obriga&ccedil;&atilde;o dos agricultores(as), pois quando da conquista de um benef&iacute;cio para a classe todos recebem as melhorias.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;> O valor da Contribui&ccedil;&atilde;o Sindical da Agricultura Familiar referente ao exerc&iacute;cio 2020 &eacute; de R$ 35,00 (trinta e cinco reais) por membro do grupo familiar.<\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;><span style=&quot;font-size: small;&quot;><br \/><\/span><\/p>\n<p style=&quot;text-align: justify;&quot;>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"template":"","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-42675","informativos","type-informativos","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.8 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>INFORMATIVO N&#176; 1437 - FETAG-RS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.fetagrs.org.br\/?informativos=informativo-n-1437\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"INFORMATIVO N&#176; 1437 - FETAG-RS\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Informativo FETAG-RS e Sindicatos dos Trabalhadores Rurais. 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